Li, hoje, no site de Paulo Henrique Amorim, o jornalista mais chapa branca de que se tem notícia - pois na época da ditadura é um pró-ditadura, na época do FHC é um FHCzeiro roxo, e com o governo Lula x Dilma é um lulodilmista roxo; vai ver é questão de identidade "$", não é? -, alguns dados interessantissímos. São estes:
1) "Uma reforma política com Constituinte exclusiva e o fim de doações de empresas para as campanhas eleitorais."
Tal vez, depois que rombos gigantescos perpetrados por agentes do petismo (como vimos no caso da Petrobrás), porque será que alguém irá querer doações lícitas, não é? E quem dirá que as ilícitas não ocorrerão, a começar com o partido que possui o "monopólio da virtude" - como nos ensina a história sobre a tendência desse povo -, e outros partidos?
2) "Revisar a Lei da Anistia, com punição aos crimes praticados por agentes do Estado durante a Ditadura Militar."
Eles desejam é destruir a força de oposição ao socialismo/comunismo nas forças armadas. O que será crime para eles, algo mais que a simples tortura, que é crime mesmo? Tal vez o extermínio da Guerrilha do Araguaia seja, também, um crime? A simples oposição a grupos armados, como aquele que Dilma fez parte, não será, também, considerado um crime? Quem sabe, mais para frente, se facções como o PCC não entrarão no bolo como as vítimas do poder do "Estado Policial" - eu duvido que não.
Por que a revisão da Anistia só vale para militares, por que não se investigam, também, os comunistas que mataram, torturaram, sequestraram, assaltaram, roubaram bancos, planejaram assassinatos, que criaram um tribunal de exceção em território nacional sentenciando à morte alguns de seus próprios companheiros? Por que é que a lei vale para os outros e para eles não?
3) "Ley de Medios para combater monopólio, sem censura."
Duvido que eles não irão querer controlar o conteúdo. Se quando se falam mal deles é um chiadeira só, dizendo que todo o "mal" de Lula e Dilma vem através da mídia (e não de si mesmos), imaginem só o que será para um povo que detesta ser criticado? Vejam o que disseram quando Ronaldo debandou para a outra margem do rio.
Bem, é isso aí.
1) "Uma reforma política com Constituinte exclusiva e o fim de doações de empresas para as campanhas eleitorais."
Tal vez, depois que rombos gigantescos perpetrados por agentes do petismo (como vimos no caso da Petrobrás), porque será que alguém irá querer doações lícitas, não é? E quem dirá que as ilícitas não ocorrerão, a começar com o partido que possui o "monopólio da virtude" - como nos ensina a história sobre a tendência desse povo -, e outros partidos?
2) "Revisar a Lei da Anistia, com punição aos crimes praticados por agentes do Estado durante a Ditadura Militar."
Eles desejam é destruir a força de oposição ao socialismo/comunismo nas forças armadas. O que será crime para eles, algo mais que a simples tortura, que é crime mesmo? Tal vez o extermínio da Guerrilha do Araguaia seja, também, um crime? A simples oposição a grupos armados, como aquele que Dilma fez parte, não será, também, considerado um crime? Quem sabe, mais para frente, se facções como o PCC não entrarão no bolo como as vítimas do poder do "Estado Policial" - eu duvido que não.
Por que a revisão da Anistia só vale para militares, por que não se investigam, também, os comunistas que mataram, torturaram, sequestraram, assaltaram, roubaram bancos, planejaram assassinatos, que criaram um tribunal de exceção em território nacional sentenciando à morte alguns de seus próprios companheiros? Por que é que a lei vale para os outros e para eles não?
3) "Ley de Medios para combater monopólio, sem censura."
Duvido que eles não irão querer controlar o conteúdo. Se quando se falam mal deles é um chiadeira só, dizendo que todo o "mal" de Lula e Dilma vem através da mídia (e não de si mesmos), imaginem só o que será para um povo que detesta ser criticado? Vejam o que disseram quando Ronaldo debandou para a outra margem do rio.
Bem, é isso aí.
Link da Notícia de PHA (Paulo Henrique Amorim):
http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/05/27/dilma-2015-ley-de-medios-e-fim-da-anistia/